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FEstival Escuta Aqui! 2026

Sofia Leandro (Universidade Federal de São João del-Rey - UFSJ)
Sofia Leandro (Portugal/Brasil) completou a Graduação em Música (violino) em 2010 e o Mestrado em Ensino de Música em 2012 na Universidade de Aveiro. Em 2024, concluiu o Doutorado em Música, na linha de Performance Musical, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). No princípio da sua carreira, em Portugal, colaborou com várias orquestras e atuou como professora em várias escolas do norte de Portugal, ministrando aulas de violino, percepção musical, e outras disciplinas relacionadas com práticas coletivas e criativas. Desenvolveu projetos de música de câmara com a pianista Francisca Fernandes e com o Trio Ímpar (saxofone, violino e piano), interpretando sobretudo música contemporânea. Foi formadora na equipe do Serviço Educativo da Casa da Música, no Porto, entre 2012 e 2015. Mudou para o Brasil em 2016, e é atualmente professora de violino no Departamento de Música da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ) e coordenadora do programa de extensão Pequenos Grandes Violinistas, que promove aulas coletivas de violino para crianças e jovens dos 3 aos 15 anos. Integra o Duo Sofia Leandro e Bruno Santos, violino e percussão, com o qual estreou várias obras de compositores da lusofonia e da América Latina, especialmente desde 2019. Tem sido convidada para participar como professora e violinista em vários festivais brasileiros, como o Festival Escuta Aqui! (online/ES), Festival Artes Vertentes (MG), Festival MI (CE) e Encontro de Cordas Flausino Valle (online, MG, ES).

Bruno Santos (Universidade Federal de São João del-Rey - UFSJ)
Bruno Santos possui graduação em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais (2007) onde estudou com os professores Fernando Rocha, André “Limão” Queiroz e Sérgio Aluotto. Concluiu o mestrado pela mesma instituição sob a orientação de Fernando Rocha (2010). Concluiu o doutorado na Universidade de Aveiro (PT) em 2015 sob orientação de Miguel Bernat. Em 2002 estudou com o grupo Uakti. Trabalhou como professor no departamento de música da Universidade Federal de Ouro Preto (2010) e na Universidade Federal da Integração Latino Americana (2015-2016). Foi membro fundador do grupo de música contemporânea Oficina Música Viva da Fundação de Educação Artística, bem como integrante do trio de percussão Prucututrá e do quinteto Madeirame. Já teve participação em concertos e encontros em diversos países como Alemanha, Argentina, Bélgica, Espanha, França, Inglaterra e Portugal. Participou na gravação do álbum Entre o Ar e a Perfeição do compositor português João Pedro de Oliveira (2011) e do Festival de verão de Darmstadt (2012). Já trabalhou em apresentações e gravações com grupos e artistas como Toninho Horta, Caito Marcondes, Roberto Vitorio, Pablo Castro, Felipe José, Patrícia Ahmaral, Harvey Wainapel (EUA), a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais e o Coral da Fundação Clóvis Salgado.

Stanley Levi (Universidade do Estado de Minas Gerais - UEMG)
Stanley Levi é professor da cadeira de violão na UEMG - Universidade do Estado de Minas Gerais (Brasil) e do Programa de Pós-Graduação em Artes dessa instituição. Já atou também na University of Münster (Alemanha; prof. visitante), UFMG (prof. substituto, dpto. de Teoria Geral da Música) e na Unimontes (prof. efetivo, violão). É coordenador do PIC – Práticas Instrumentais Contemporâneas, grupo de pesquisa do CNPq que abriga o PANDORA – um núcleo de pesquisa focado em inovação na performance violonística analógica e eletrônica. É doutor em performance musical pela UFMG (Brasil) com estágio na Westfäliche-Willhelms Universität Münster (Alemanha) com pesquisa sobre recursos percussivos para violão, pela qual recebeu menção honrosa no Prêmio CAPES de Teses 2021, tendo sido a única pesquisa de música do Brasil a ser nomeada no prêmio. Sua atuação como pesquisador se centra na performance musical, sobretudo com violão, dialogando com Musicologia, Teoria Musical, Composição e Análise. Compositor e violonista, transita por diversos estilos (do contemporâneo ao de inspiração popular) e artes (trabalhando com teatro, performance e vídeo), já tendo recebido prêmios em ambas as funções. No violão, atua como solista e possui trabalhos focados na música do século XXI, sobretudo a latino-americana. Em 2010, ajudou a fundar o Corda Nova, agrupação dedicada à Música Contemporânea; também foi membro do Shama Duo, de repertório eclético. Já atuou como técnico em Música na Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. Na UEMG, coordena pesquisas em Performance de Violão e o projeto de extensão AgoraMúsica!. É idealizador e coordenador do SIM! – Simpósio Internacional de Violão UFMG/Unimontes/UFSJ, e do projeto Violões pela Cidade, através do qual já se produziram mais de 100 concertos.

Doriana Mendes (UNIRIO)
Professora de Canto na UNIRIO, vinculada ao Departamento de Canto e Instrumentos de Sopro, atua na graduação e na pós (PPGM e PPGAC). Cantora, atriz e bailarina, natural de Bauru (SP). Doutora e Mestre em Música pela UNIRIO onde graduou-se Bacharel em Canto na classe de Eliane Sampaio. Em sua tese discutiu "O Discurso Não-Semântico na Música Eletrovocal" através de obras de Luciano Berio, Leo Kupper e Trevor Wishart. Obteve bolsa do CNPq e da FAPERJ (Mestrado Nota 10), desenvolvendo pesquisa sobre o intérprete contemporâneo. É membro fundador da ABRAPEM (Associação Brasileira de Performance Musical). Realizou o VI SIMPOM (Simpósio Brasileiro de Pós-Graduandos em Música) na função de presidente da comissão organizadora, em novembro de 2020, em sua primeira versão totalmente online com enorme êxito no meio acadêmico, através do apoio da CAPES. Convidada da mostra Perspectivas Sonoras 2022 pelo Centro Mexicano de la Música y las Artes Sonoras (CMMAS) com o concerto online inédito Evoé Maria! apresentando quatro novas obras eletrovocais inspiradas na obra da artista plástica Maria Martins. Estreou em 2019 a ópera eletroacústica "Helena y su ventríloquo" no Festival MUSLAB (México-DF), lançada como ópera-filme no XVII Festival Visiones Sonoras (2021), realizado online pelo CMMAS. Em 2016 protagonizou a estreia da ópera Medeia de Mario Ferraro na 1a edição da Bienal de Ópera Atual, pela FUNARTE. Apresentou-se na Alemanha, França, Irlanda, Portugal, Chile, Bolívia, Argentina, México, New York (EUA) e em todos os estados do Brasil. Com o Duo Laguna obteve o 1o prêmio no Concurso Souza Lima 1999 e foi solista do Calíope, Prêmio Carlos Gomes 2002. Realizou em 2011/2012 junto ao Quarteto Colonial mais de 100 concertos na tournée Sonora Brasil-SESC, a maior série de circulação de música nacional. Sua discografia conta com mais de 20 CDs publicados.

Bryan Holmes (UNIRIO)
Bryan Holmes (1981) é compositor, artista sonoro, produtor, pesquisador e docente chileno radicado no Brasil desde 2006. Professor no Departamento de Composição e Regência do Instituto Villa-Lobos da UNIRIO, é doutor e mestre pela mesma instituição, sob orientação de Carlos Palombini e Vania Dantas Leite respectivamente. Obteve seu bacharelado pela PUCV (Chile), onde estudou composição com Eduardo Cáceres. Suas obras foram estreadas em mais de 20 países, receberam prêmios e foram publicadas como fonogramas e partituras. Em 2017 ganhou o importante prêmio Altazor, na categoria melhor compositor de música clássica ou de concerto do Chile. Participou de festivais nas Américas e na Europa como compositor convidado, intérprete/espacializador, palestrante, professor, curador e júri. Compôs para diferentes meios e atua como produtor musical em gêneros diversos, tendo assinado a gravação, mixagem e masterização de vários álbuns. Participa na cena de música experimental e de improvisação livre, formando parte de agrupações e coletivos e construindo dispositivos sonoros que incorpora em seus setups. Realizou a difusão de música eletroacústica em espaços como o SARC em Belfast, Centro Cultural da Espanha, GAM e sala Isidora Zegers em Santiago, Teatro Municipal e LIS-UACh em Valdivia, CMMAS em Morelia, Palácio da Foz em Lisboa, Arena Acusmática em Vitória, PUTS em São Paulo, Sala Cecília Meireles, Teatro Dulcina, Sala Guiomar Novaes, Salão Leopoldo Miguez, Sala Villa-Lobos e outros no Rio de Janeiro. Como pesquisador, publicou seus trabalhos em revistas especializadas e congressos e faz parte do corpo consultivo de periódicos e eventos científicos. Em 2024 fundou o selo Fonogramas 278, dedicado a vertentes de música com meios eletrônicos.

Valéria Bonafé (Universidade de São Paulo - USP)
Artista, pesquisadora e educadora. Sua prática integra processos criativos, investigativos e pedagógicos centrados no som e na escuta. Como artista, trabalha com composição de música vocal, instrumental e eletroacústica, articulando som e expressões literárias, dramáticas e audiovisuais. Como pesquisadora, desenvolve suas investigações num campo interdisciplinar entre a música, as artes sonoras, os estudos do som e a pesquisa artística, a partir de miradas decoloniais e feministas. Como educadora, atua no campo da composição musical e sonora, promovendo a construção crítica do conhecimento através da escuta e da experimentação. Seus trabalhos artísticos, sua pesquisa e sua abordagem pedagógica apostam na compreensão de que a escuta não é meramente um fenômeno de apreensão do mundo sonoro, mas sim uma experiência subjetiva e relacional capaz de mover a prática criativa, investigativa e pedagógica em direção a processos de compartilhamento de vivências, memórias, desejos e afetos. Doutora pela Universidade de São Paulo, realizou estágio de pesquisa na Staatliche Hochschule für Musik und Darstellende Kunst Stuttgart entre 2013-2014. Desde 2017 desenvolve o projeto “Microfonias: invenção e compartilhamento de escuta” em colaboração com a artista e pesquisadora Lílian Campesato, voltado ao desenvolvimento de processos experimentais de criação e investigação artística que colocam em debate as dimensões éticas, poéticas e políticas da escuta. Entre 2022-25 realizou três pesquisas em nível pós-doutoral: “No território da poética sonora: cartografias de processos criativos” (ECA-USP/CNPq), “Des-habitar escutas: escuta em disputa na Cracolândia” (IME-USP/CNPq, em parceria com Lílian Campesato) e “Escuta e subjetividade na composição musical e sonora” (EACH-USP/FAPESP). É pesquisadora do ECOAR - Estudos em Corpo e Arte, do NuSom - Núcleo de Pesquisas em Sonologia da USP, e uma das fundadoras da rede Sonora: músicas e feminismos. Foi professora da EMESP Tom Jobim - Escola de Música do Estado de São Paulo entre 2016-2019 e atualmente é professora na Universidade de São Paulo.

Frederic Cardoso (Conservatório de Música de Paredes)
Artista da marca Henri Selmer Paris e detentor de vários prémios nacionais e internacionais, Frederic Cardoso é considerado pela compositora italiana Ada Gentile como um clarinetista de grande personalidade e versatilidade, e pelo compositor Fernando Lapa como um verdadeiro motor de um assinalável número de obras de câmara em que o seu instrumento tem um papel destacado. Dedica uma parte significante do seu trabalho à música de câmara, à música improvisada e à música contemporânea, sendo membro fundador de grupos de câmara como: Supernova Ensemble, Triedro ou Pedro Melo Alves Omniae Large Ensemble. Enquanto solista, maestro ou como parte integrante de grupos de câmara ou ensembles, tem realizado um trabalho notável na divulgação da música contemporânea, sendo dedicatário de mais de cem obras, de compositores de todo o mundo. Neste contexto, estreou cerca de duzentas obras, em: Portugal, Alemanha, Bélgica, Espanha e nos Países Baixos. A sua discografia inclui vinte e quatro registos discográficos, em áreas tão distintas como a música contemporânea, sinfónica, improvisada, pop e world music. Colaborou com a Banda Sinfónica Portuguesa, Fundação Orquestra Estúdio, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Sinfónica do Porto Casa da Música, Remix Ensemble Casa da Música, Orquestra Gulbenkian e Vertixe Sonora Ensemble; tendo-se apresentado, enquanto solista, com a Banda Sinfónica A Lord e a Orquestra Regional Lira Açoriana. No âmbito do Teatro, tem colaborado frequentemente com o Ensemble de Actores, em peças como: Quarteto para o Fim do Tempo, de Olivier Messiaen; Triedro+Actores (ambas encenadas por Jorge Pinto); ou História do Soldado, de Igor Stravinsky (encenado por Né Barros). Natural de Tarouca, Frederic é: Licenciado e Mestre em Interpretação Artística, pela Escola Superior de Música e Artes do Espetáculo, onde estudou com António Saiote e Nuno Pinto; Mestre em Ensino de Música, pela Universidade do Minho; e Doutorado em Música – Especialidade de Interpretação, pela Universidade de Évora. Possui ainda uma Pós-graduação em clarinete baixo pela Musikene – Escola Superior de Música do País Basco, onde estudou com Angel Molinos; e estudou Direção, durante vários anos, na Academia Portuguesa de Banda, com o Maestro Paulo Martins. Atualmente, é Professor de Clarinete e Orquestra de Sopros no Conservatório de Música de Paredes.

Vix Ensemble
Vix Ensemble, grupo artístico dedicado à música contemporânea, vem se destacando no cenário musical brasileiro desde sua fundação, em 2022. Formado por cinco músicos - Belquior Guerrero (violão), Fabio Benites (fagote), Levy Oliveira (eletrônica), Paulo Rosa (saxofone) e Rodrigo Frade (flauta) - o ensemble tem como principal característica a performance e a pesquisa da música contemporânea, com especial interesse na exploração de recursos tecnológicos integrados à performance musical. Com uma proposta artística original, o Vix Ensemble vem atraindo o público ao aliar a prática da música contemporânea de concerto com as possibilidades oferecidas pela tecnologia moderna. Seus concertos propiciam ao público a possibilidade de experimentar música como uma experiência multissensorial, onde o uso de softwares, sintetizadores e dispositivos eletrônicos, aliados à performance de instrumentos acústicos, cria possibilidades sonoras únicas e imersivas. Desde sua estreia, o Vix Ensemble tem se apresentado em diversos festivais e eventos de música contemporânea, com destaque à organização do Festival Escuta Aqui, evento dedicado à colaboração entre jovens compositores e o grupo, além de compositores e intérpretes convidados internacionais. Além disso, o grupo tem participado como convidado e organizador em diversos outros eventos e festivais, como o Festival Onda Sonora (2023), a série de concertos Arena Sonora (2022 e 2023), o Festival Internacional de Inverno de Domingos Martins (2024), dentre outros.